Cinema star_trek_sans_limite

Publicado em setembro 22nd, 2016 | Por Marcio R. Castro

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Star Trek: Sem Fronteiras – Mais ou menos, mas é bom

Assisti “Star Trek: Sem Fronteiras” já há alguns dias. Esperei para escrever, tentando absorver melhor a história, sentir se a sensação inicial, logo após sair do cinema, mudaria com o passar do tempo. Não mudou: foi mesmo mais ou menos.

Mais uma vez gostei das atuações. Acho que todo o elenco, desde o primeiro filme da nova safra, vem sabendo equilibrar respeito com originalidade e reinvenção. As cenas no espaço são deslumbrantes, a ação é vibrante, a dinâmica entre os personagens está bem interessante, há momentos intensos e atuações à altura. O espírito da série estava lá, sem dúvida, mostrando um futuro otimista e promissor, em que a humanidade, apesar dos desafios, continua dando certo.

Mas, de forma geral, a história não empolgou. O roteiro patina demais, algumas vezes beirando ao simplório. Rock’n’roll no último volume resolve a questão? Sério mesmo? Talvez minha objeção maior fique mesmo centrada no desfecho, que definitivamente não convenceu, ou nos vilões – tanto o principal quanto os secundários – que não causaram mais que bocejos. De todo modo, o resultado deixou a desejar.

Como gostam de destruir a pobrezinha

Mas espera um pouco. Teve Kirk, teve Spock, teve Magro e Scott. Uhura, Sulu e Checkov – pela última vez nessa fase – também estavam lá. E teve a Enterprise, sempre imponente (como gostam de destruir a pobrezinha). Além de uma singela homenagem a Nimoy e a toda tripulação original.

Não tem jeito: para quem é fã, é impossível odiar. Foi mais ou menos, mas é sempre bom. Que o próximo seja audaciosamente melhor.

 

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Sobre o Autor

Redator publicitário dos bons, cronista refinado, articulista sagaz e escritor com rara e aguçada percepção da realidade, Marcio R. Castro é, acima de tudo, modesto (ou um narcisista com sérios problemas psiquiátricos, dependendo do ponto de vista). Insiste em falar para os filhos, Clara e Heitor, que já viajou para o espaço e conheceu um alienígena chamado Sperk. Eles não acreditam.



One Response to Star Trek: Sem Fronteiras – Mais ou menos, mas é bom

  1. Luana Mideros says:

    Me parece muito interessante os filmes por que são muito interessantes, podemos encontrar de diferentes gêneros. De forma interessante, o criador optou por inserir uma cena de abertura com personagens novos, o que acaba sendo um choque para o espectador. Desde que vi o elenco de Star Trek Sem Fronteiras imaginei que seria uma grande produção, já que tem a participação de atores muito reconhecidos, pessoalmente eu irei ver por causo do ator Idris Elba, um ator muito comprometido. Eu vi recentemente Idris Elba em The Dark Tower. É uma historia que vale a pena ver. Para uma tarde de lazer é uma boa opção. A direção de arte consegue criar cenas de ação visualmente lindas.

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